Meio-ambiente

A pre­o­cu­pa­ção ambi­en­tal tornou-se uma rea­li­dade nas empre­sas moder­nas. De um tema opci­o­nal pas­sou a ser um assunto de pri­meira ordem para pro­fis­si­o­nais pre­o­cu­pa­dos com o cres­ci­mento das empre­sas no modelo de desen­vol­vi­mento econô­mico atual. O Sis­tema de Ges­tão Ambi­en­tal  (SGA), Pro­grama de Ges­tão Ambi­en­tal (PGA) e ISO 14001 dei­xa­ram de ser ape­nas siglas para inte­gra­rem de forma con­creta ao pla­ne­ja­mento de dife­ren­tes empre­en­di­men­tos. O que não sig­ni­fica um des­per­tar da cons­ci­ên­cia eco­ló­gica no ramo empre­sa­rial e sim de uma estra­té­gia que pode levar à van­ta­gens com­pe­ti­ti­vas ao pro­mo­ver a melho­ria con­tí­nua dos resul­ta­dos ambi­en­tais da empresa. Além da miti­ga­ção dos pas­si­vos ambi­en­tais das ati­vi­da­des empre­sa­ri­ais, que resul­ta­rão em con­si­de­rá­vel retorno financeiro.

A Sta­gli­o­rio Enge­nha­ria, com­ple­tando 18 anos na exe­cu­ção de ser­vi­ços ambi­en­tais, pos­sui hoje uma grande expe­ri­ên­cia no Geren­ci­a­mento do Meio Ambi­ente e Desen­vol­vi­mento Humano. Tendo em seu corpo téc­nico pro­fis­si­o­nais de alto conhe­ci­mento nas diver­sas dis­ci­pli­nas per­ti­nen­tes, a exem­plo de: enge­nha­ria, bio­lo­gia, soci­o­lo­gia, antro­po­lo­gia, eco­no­mia, eco­lo­gia, geo­lo­gia, hidro­lo­gia, sanitarismo.

Pos­sui ainda espe­ci­a­lis­tas na área de Edu­ca­ção, dedi­ca­dos à Edu­ca­ção Ambi­en­tal, atu­ando, freqüen­te­mente, em par­ce­rias com con­cei­tu­a­das orga­ni­za­ções não-governamentais (ONGs), como o Comitê de Meio Ambi­ente e Desen­vol­vi­mento Humano da UPADI, con­gre­gando 27 paí­ses, e a Ligam­bi­ente e suas asso­ci­a­das, destacando-se a ASCAE, o GRAMA, o PAPAMEL e a SAM.

Pro­te­ção ao Meio Ambiente.

Somente nos últi­mos anos o tema ambi­en­tal vem sendo dis­cu­tido nas dife­ren­tes esfe­ras empre­sa­ri­ais. A exem­plo da pre­o­cu­pa­ção com a qua­li­dade do meio natu­ral e arti­fi­cial, ade­qua­ção dos pro­ces­sos indus­tri­ais, des­ti­na­ção de resí­duos, emis­são de polu­en­tes, den­tre outros requi­si­tos pre­sen­tes na legis­la­ção vigente. Os quais podem ser solu­ci­o­na­dos atra­vés de ser­vi­ços pres­ta­dos pela Sta­gli­o­rio, tais como:

  •  Con­sul­to­ria téc­nica, asses­so­ria, geren­ci­a­mento de pro­je­tos e estu­dos espe­ci­a­li­za­dos em enge­nha­ria ambiental
  •  Edu­ca­ção ambi­en­tal: pla­nos, pro­je­tos e execução
  •  Apli­ca­ção da ISO-14000
  •  Aná­li­ses de risco e estu­dos de confiabilidade
  •  Audi­to­ria ambiental
  •  Ava­li­a­ções de impacto ambi­en­tal (AIA)
  •  Diag­nós­tico ambiental
  •  Pla­nos dire­to­res e de geren­ci­a­mento ambiental
  •  Pla­ne­ja­mento, ava­li­a­ção e moni­to­ra­mento ambiental
  •  Pro­ces­sos para licen­ças de loca­li­za­ção (pré­via), implan­ta­ção e ope­ra­ção de Empreendimentos
  •  Estu­dos de Impacto Ambi­en­tal (EIA) e Rela­tó­rio de Impacto Ambi­en­tal (RIMA)
  •  Estu­dos de carac­te­ri­za­ção física, quí­mica, antró­pica, geo­mor­fo­ló­gica, bio­ló­gica de ambientes
  •  Ela­bo­ra­ção de pro­je­tos para cri­a­ção de uni­da­des de con­ser­va­ção (APA, Par­que, Reserva, Refú­gio, etc.)
  •  Estu­dos e moni­to­ra­mento de emis­sões atmos­fé­ri­cas e dis­per­são aérea e pro­je­tos para tra­ta­mento e des­carte de eflu­en­tes líqui­dos e sólidos
  •  Pro­je­tos de ater­ros sanitários
  •  Inven­tá­rios Florestais
  •  Lau­dos téc­ni­cos geo­ló­gi­cos de implan­ta­ção de loteamentos
  •  Pla­nos e pro­je­tos de manejo e manejo inte­grado de recur­sos natu­rais renováveis
  •  Pla­nos de recu­pe­ra­ção de áreas degra­da­das (PRAD)
  •  Pro­je­tos e exe­cu­ção de Sis­te­mas de Água e Óleo e Lim­peza Industrial
  •  Pro­je­tos paisagísticos

Estu­dos Hidro­ló­gi­cos Bási­cos, Hidro­ge­o­ló­gi­cos e Carac­te­ri­za­ção da Região para fins de Ava­li­a­ção dos Recur­sos Hídricos:

  •  Pla­nos dire­to­res de recur­sos hídricos
  •  Pla­nos bási­cos de bacias hidrográficas
  •  Ava­li­a­ção obje­tiva do conhe­ci­mento do sis­tema hidro­ló­gico regi­o­nal, nos aspec­tos qua­li­ta­ti­vos e quantitativos
  •  Balanço hídrico regional
  •  Cál­cu­los de dis­po­ni­bi­li­dade e deman­das hídricas
  •  Aná­lise de con­sis­tên­cia dos dados plúvio-fluviométricos atra­vés de regi­o­na­li­za­ção, cur­vas de per­ma­nên­cia e cor­re­la­ções entre os postos
  •  Carac­te­ri­za­ção flu­vi­o­mé­trica atra­vés de per­ma­nên­cia de vazões, vazões espe­cí­fi­cas, vazões carac­te­rís­ti­cas, etc.
  •  Aná­lise de freqüên­cia de vazões médias, máxi­mas e mínimas
  •  Deter­mi­na­ção de meto­do­lo­gias de tra­ta­mento da infor­ma­ção dis­po­ní­vel, inclu­sive por com­pa­ra­ção com bacias semelhantes
  •  Deter­mi­na­ção de regiões hidro­lo­gi­ca­mente homogêneas
  •  Levan­ta­mento, aná­lise e sín­tese dos estu­dos e dados hidro­ló­gi­cos disponíveis
  •  Pre­en­chi­mento de dados plúvio-fluviométricos a nível men­sal e anual